Cresce uma planta árvore ser
Entre a floresta se ergue,
Dias, anos e séculos.
Nos esquecemos do seu bem
Perdemos em memória,
Como é depois seu sofrer.
Quando o bicho homem
Se lembra
Entre muitas as abater.
No seu decrescimento
Sendo este o maior perigo,
Deixem por favor…
(todas as árvores crescer!)
Com esta maneira de ser
A floresta está a morrer…
Seu espírito é um sacrifício
Incompreensivelmente
O bicho homem as decapita.
Florestas inteiras derrubar
As árvores matar,
Aquela bravia planta.
(que levara séculos a crescer…)
Em segundos morrer
Para o lucro
Ao homem dar.
Sem plantar
Só colher
Assim a floresta morrer…
Abril 2010
Melo
O amor é um dos sentimentos mais lindos que o mundo tem... SEM AMOR NÃO EXISTE FELICIDADE...
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
RECORDO-ME…
Recordo-me…
Recordo-me do teu alegre sorriso
Suave, meigo, tranquilo.
Recordo-me…
Recordo-me das palavras
Que murmuravas-me ao ouvido.
Recordo-me…
Como era bonito e aconchegante
Sentir o teu conforto.
Recordo-me…
Recordo-me de ti meu pai
Do calor do teu corpo.
Recordo-me…
Quando a mim abraçavas
Como forte eram teus braços.
Recordo-me…
Se recordo-me...
Da alegria no final de cada dia.
Recordo-me…
Do dia de tua partida
Que entre meus braços
Deixaste a luz do dia.
Recordo-me…
Para sempre te recordo
Os maravilhosos momentos que contigo passei.
Recordo-me…
Das saudades que em todos deixas-te
Por isso compôs este poema.
Reduzindo meu sofrimento
Por tudo isto, hoje e sempre de ti…
Recordo-me…
Abril 2010
Melo
Recordo-me do teu alegre sorriso
Suave, meigo, tranquilo.
Recordo-me…
Recordo-me das palavras
Que murmuravas-me ao ouvido.
Recordo-me…
Como era bonito e aconchegante
Sentir o teu conforto.
Recordo-me…
Recordo-me de ti meu pai
Do calor do teu corpo.
Recordo-me…
Quando a mim abraçavas
Como forte eram teus braços.
Recordo-me…
Se recordo-me...
Da alegria no final de cada dia.
Recordo-me…
Do dia de tua partida
Que entre meus braços
Deixaste a luz do dia.
Recordo-me…
Para sempre te recordo
Os maravilhosos momentos que contigo passei.
Recordo-me…
Das saudades que em todos deixas-te
Por isso compôs este poema.
Reduzindo meu sofrimento
Por tudo isto, hoje e sempre de ti…
Recordo-me…
Abril 2010
Melo
segunda-feira, 26 de abril de 2010
RESTAURAÇÃO
15 foi o dia
Janeiro foi o mês,
1898 o ano,
Vida em oiro!
Alcochete nasceu
O povo agradeceu,
O passado não esqueceu,
Por aquilo que sofreu!
Alegria e festim
Nas ruas,
Muito frenesim.
Para sempre comemorar
Este grande dia,
Que Alcochete nasceu.
Janeiro 2010
Melo
Janeiro foi o mês,
1898 o ano,
Vida em oiro!
Alcochete nasceu
O povo agradeceu,
O passado não esqueceu,
Por aquilo que sofreu!
Alegria e festim
Nas ruas,
Muito frenesim.
Para sempre comemorar
Este grande dia,
Que Alcochete nasceu.
Janeiro 2010
Melo
A LIOPOLDINA GUIA
Foste mulher a valer
Por Alcochete cantou,
Teus fados encantou,
Alguns dos quais gravou.
Cantas-te e encantas-te multidões
Para sempre recordados,
Muitos dos quais gravas-te,
Que Alcochete adoptou.
Passo dobles fenomenais
Como sempre acompanhados,
Homens de branco fardados,
Para sempre recordados.
A Alcochete brindou
Sempre por onde passou,
Um dia homenageou,
Para sempre teu nome recordar.
Foste esposa, mãe, mulher e fado
Foste encanto em todo o lado,
Um dia,
Alcochete por ti chorou.
Para sempre recordada
Mulher de pura valentia,
No dia da partida,
Alcochete te acompanhou.
Dos milhares que se despediram
Com tristeza no rosto,
Até à ultima morada,
Para sempre, o nosso muito obrigado!
Leopoldina da Guia
Para sempre ficarás,
Nos nossos corações,
Como Deus em nossa vida…
Abril 2006
Melo
Por Alcochete cantou,
Teus fados encantou,
Alguns dos quais gravou.
Cantas-te e encantas-te multidões
Para sempre recordados,
Muitos dos quais gravas-te,
Que Alcochete adoptou.
Passo dobles fenomenais
Como sempre acompanhados,
Homens de branco fardados,
Para sempre recordados.
A Alcochete brindou
Sempre por onde passou,
Um dia homenageou,
Para sempre teu nome recordar.
Foste esposa, mãe, mulher e fado
Foste encanto em todo o lado,
Um dia,
Alcochete por ti chorou.
Para sempre recordada
Mulher de pura valentia,
No dia da partida,
Alcochete te acompanhou.
Dos milhares que se despediram
Com tristeza no rosto,
Até à ultima morada,
Para sempre, o nosso muito obrigado!
Leopoldina da Guia
Para sempre ficarás,
Nos nossos corações,
Como Deus em nossa vida…
Abril 2006
Melo
ANTÓNIO REI
Em Alcochete nasceu
Cedo o mundo percorreu,
Entre mares profundos navegou,
Marinheiro se tornou.
António Rei entre mares e poesia!
Sua terra, cantinho seu
Lugar que sempre chamou seu.
Homem marinheiro
Alcochetano e poeta,
Tudo sempre deu,
Na forma como escreveu
António Rei, entre mares e poesia!
Suas mágoas a cada dia,
Transbordavam no papel.
Oceanos, percorreu
Lágrimas em poemas deixou,
Das muitas que escrever,
Poeta, mais tarde a vida ditou…
António Rei, entre mares e poesia!
Nunca das viagens esquecia,
Sua terra amiga.
A Armada deixou
Versos inventou,
Fados que encantou,
Alguém um dia cantou.
António Rei, entre mares e poesia!
Poemas editou,
Sua terra o acarinhou…
Em humildade, homem ser
Seus poemas encantou,
Um dia todos deixou,
Sua poesia, para sempre ficou…
Janeiro 2010
Melo
Cedo o mundo percorreu,
Entre mares profundos navegou,
Marinheiro se tornou.
António Rei entre mares e poesia!
Sua terra, cantinho seu
Lugar que sempre chamou seu.
Homem marinheiro
Alcochetano e poeta,
Tudo sempre deu,
Na forma como escreveu
António Rei, entre mares e poesia!
Suas mágoas a cada dia,
Transbordavam no papel.
Oceanos, percorreu
Lágrimas em poemas deixou,
Das muitas que escrever,
Poeta, mais tarde a vida ditou…
António Rei, entre mares e poesia!
Nunca das viagens esquecia,
Sua terra amiga.
A Armada deixou
Versos inventou,
Fados que encantou,
Alguém um dia cantou.
António Rei, entre mares e poesia!
Poemas editou,
Sua terra o acarinhou…
Em humildade, homem ser
Seus poemas encantou,
Um dia todos deixou,
Sua poesia, para sempre ficou…
Janeiro 2010
Melo
NASCI EM AVEIRO
A ALCOCHETE
Desde tenra idade parti,
Alcochete me acolher,
Grato mais tarde fiquei!
Alcochete me viu crescer
Homem também fazer,
Onde um dia cheguei,
Com meus pais, fiquei!
Alcochete meu amor
Terra de encantos e emoções,
Vivo feliz no presente,
Com aquilo que Deus me deu!
Em Alcochete aprendi
Tudo o que hoje sou,
A Alcochete devo,
O homem que sou!
Sempre por ela tenho lutado
Com grande devoção,
Alcochete minha razão,
Minha enorme paixão!
Por Alcochete tudo fiz
Por Alcochete estou aqui,
Alcochete meu amor,
Sou devoto de ti…
Junho 2006
Melo
Desde tenra idade parti,
Alcochete me acolher,
Grato mais tarde fiquei!
Alcochete me viu crescer
Homem também fazer,
Onde um dia cheguei,
Com meus pais, fiquei!
Alcochete meu amor
Terra de encantos e emoções,
Vivo feliz no presente,
Com aquilo que Deus me deu!
Em Alcochete aprendi
Tudo o que hoje sou,
A Alcochete devo,
O homem que sou!
Sempre por ela tenho lutado
Com grande devoção,
Alcochete minha razão,
Minha enorme paixão!
Por Alcochete tudo fiz
Por Alcochete estou aqui,
Alcochete meu amor,
Sou devoto de ti…
Junho 2006
Melo
D.MANUEL I
Alcochete fez história
cheia de honra e glória,
seu filho viu nascer
na nobreza rei deu.
Alcochete ficou a ser
terra de honráveis passagens,
toda a fidalguia,
Alcochete acolhia.
Nosso rei nosso irmão
nasceu cá então,
não esqueceu porém,
que orgulhou a nação.
Das conquistas que fez
Alcochete as assinalou,
um pelourinho ergueu,
por tudo que aconteceu.
A história sempre lembrará
deste grande senhor,
que um dia porém,
em Alcochete nasceu.
Portugal reinou,
muito conquistou,
em Lisboa morreu,
o país, grato a ele ficou.
Novembro 2006
Melo
cheia de honra e glória,
seu filho viu nascer
na nobreza rei deu.
Alcochete ficou a ser
terra de honráveis passagens,
toda a fidalguia,
Alcochete acolhia.
Nosso rei nosso irmão
nasceu cá então,
não esqueceu porém,
que orgulhou a nação.
Das conquistas que fez
Alcochete as assinalou,
um pelourinho ergueu,
por tudo que aconteceu.
A história sempre lembrará
deste grande senhor,
que um dia porém,
em Alcochete nasceu.
Portugal reinou,
muito conquistou,
em Lisboa morreu,
o país, grato a ele ficou.
Novembro 2006
Melo
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